Diocese de Caicó
Ordenação Episcopal de Mons. Francisco de Assis Dantas de Lucena.

A Diocese de Caicó – RN, a Diocese de Guarabira – PB e a família de Monsenhor Francisco de Assis Dantas de Lucena têm a grande satisfação de convidá-los para a sua Ordenação Episcopal a ser realizada amanhã dia 17 de agosto às 9hs na Catedral de Sant’Ana de Caicó.
No mês de maio Mons. Francisco Lucena foi nomeado como 3º Bispo da Diocese de Guarabira – PB pelo Papa Bento XVI.
O Ordenante principal será Dom Heitor de Araújo Sales Acerbispo Emérito da Arquidiocese de Natal. Os bispos Co-ordenantes serão, Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, Bispo Diocesano de Caicó – RN e Dom Jaime Vieira Rocha, Bispo Diocesano de Campina Grande - PB e Administrador Apostólico da Diocese de Guarabira - PB.
Amanhã, (17), à noite, Dom Francisco Lucena celebrará sua Primeira Missa como Bispo em Jardim do Seridó, sua terra natal. A celebração acontecerá às 19hs na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
“Que Brilhe a Vossa Luz”
Zonal 5
Comissão Diocesana da Pastoral da Juventude realiza encontro
Foto: Matheus Araújo
Jovens do zonal 5
Os jovens representantes de todos os grupos e movimentos pastorais existentes na Diocese de Caicó reuniram-se durante os dias 09 e 10 de agosto no Centro Pastoral Dom Wagner para, com a nova Comissão da Pastoral da Juventude, tendo à frente o Bispo Dom Delson, traçarem novas linhas de atividades a serem desenvolvidas, tendo em vista que a evangelização da juventude, juntamente com a Catequese e a dinâmica das Santas Missões Populares foram assumidas como prioridades este ano na diocese. O encontro serviu ainda para analisar a caminhada da juventude nas paróquias.
Zonal5
Comentário do Evangelho Dominical – Mt 14,22-33
Coragem, sou Eu!
(XIX Domingo do Tempo Comum – 10/08/2008)
O Evangelho deste domingo nos mostra como Deus se faz presente na nossa vida também nas horas difíceis, nos momentos nos quais mais nos sentimos sozinhos e abandonados. Também indica como por meio da fé podemos descobrir e recuperar aqueles sentimentos de calma, paz, serenidade e segurança que só Jesus é capaz de nos conceder para superar todas as adversidades.
No domingo passado, vimos que a multiplicação dos pães foi um fato extraordinário na vida dos discípulos e da multidão. Esta empolgada e cansada da corrupção e opressão dos chefes políticos da época, já começa a sonhar com Jesus como um líder político que livraria o povo de tudo isso. Por isso, é que Jesus obriga os discípulos a se afastarem imediatamente. Ele não quer colocar em risco a correta compreensão da sua missão. Ele sabe que os discípulos têm uma facilidade enorme para deixar-se levar pelo entusiasmo do povo. O seu reino não é de cunho político, mas espiritual.
Assim, depois de se despedir da multidão e mandar os discípulos atravessarem o lago, Jesus subiu ao monte para orar a sós e aí ficou até as três horas da manhã. A esta altura, a barca dos discípulos já estava longe e era agitada pelas ondas, por causa do vento que soprava em direção contrária. A barca sem Jesus estava corria grande perigo.
Mesmo não nos encontrando numa barca, nem atravessando um lago, freqüentemente, nos encontramos numa situação semelhante àquela dos discípulos. Também nossa barca é agitada por mil preocupações, angústias, provações, vivemos cercados pelas ondas de instabilidade em todos os campos: econômico, afetivo, político, social, atmosférico; tudo ao nosso redor sopra como um vento contrário. Usamos todas as nossas forças e fatigamos para chegar à terra firme, mas não conseguimos avançar, continuamos parados diante das mesmas dificuldades. É como se estivéssemos completamente sozinhos, sem a ajuda de ninguém.
Sem dúvida, o próprio fato de Jesus ter mandado os discípulos sozinhos na barca mostrava que eles deviam se acostumar ao fato de que ele nem sempre estaria presente de maneira visível; mas, mesmo não estando presente visivelmente, ele estava com eles. Quando sentimos que estamos em perigo, confusos, encurralados... Jesus vem ao nosso encontro, mas de um modo diverso como esperamos, pode até parecer que não seja ele, pode parecer uma ilusão (os discípulos pensavam que fosse um fantasma), existe sempre o medo de ter uma nova desilusão. Mas Jesus vem ao nosso encontro exatamente nesta situação de perigo, de sofrimento, ele caminha conosco sobre as águas agitadas, sobre as nossas contradições, sobre os nossos pecados. Podemos afundar nos nossos pecados, como se afunda nas águas, mas podemos também ir mais adiante, confiar no Senhor que nos estende a mão. É um desafio que Jesus nos lança: superar o recuo que fazemos quando temos medo para nos lançarmos numa experiência que nos supera, que supera o nosso pecado, a nossa fragilidade.
Quem nunca teve a experiência de aprender a nadar? No início, o medo nos leva a afundar, só quando nos abandonamos com confiança, é que começamos a boiar. Eis, pois, o convite de Jesus: “Coragem! Sou eu, não tenhais medo!”. É ele que nos sustenta, nós devemos ter a coragem de confiar nele para a situação na qual estamos vivendo por mais instável que ela seja. De fato, a presença de Jesus afasta todo tipo de medo. O medo se vence com a fé. Os discípulos têm todos os motivos para ter coragem, esperança e confiança. Quando Jesus diz: “sou eu!”, ele assegura que não é um fantasma, mas aquele que eles conhecem e que onde ele está, aí há segurança e vida e não há lugar para medo e perigo.
Pedro está disposto a se arriscar caminhando sobre aquelas ondas agitadas em meio ao vento impetuoso. Ele acredita na Palavra de Jesus que diz: “Vem!”. Mas quando sente o vento, se distrai de Jesus, concentrando-se no vento. Assim, o medo de novo prevalece sobre ele e ele começa a afundar, e, com muito medo, grita: “Senhor, me salve”. Imediatamente, Jesus estende a mão. E diz: “homem de pouca fé, porque duvidaste?” Em Pedro se manifesta aquilo que nos coloca em perigo e aquilo que nos faz superar o perigo. Tudo depende de para onde fixamos a nossa atenção, do que domina nosso coração.
Podemos ter o olhar voltado para Jesus e ter confiança nele e na sua palavra, ou podemos estar dominados pela ameaça e o medo diante do perigo. Quando mais nos deixamos dominar pelo medo, afundamos nele. Quanto mais fixamos o olhar em Jesus, mais cheios de tranqüilidade e confiança seremos. Se nós olharmos somente pra ele e tivermos a coragem de pegar na mão que ele estende, teremos um sustento seguro e venceremos todo e qualquer desafio.
Fonte: http://pecarlos.blospot.com/
Parelhas/Santana
Próximo sábado haverá encontro de catequese para os catequistas de Parelhas e Santana do Seridó.
Atenção catequistas da Paróquia de São Sebastião de Parelhas e da Área Pastoral Autônoma de Santana do Seridó, neste sábado dia 09 de agosto haverá o encontro paroquial de catequese animado pelas Irmãs de Belém.
O Encontro acontecerá na cidade de Parelhas e deverá contar com a presença de todos os catequistas dessas duas comunidades.
Este é mais um encontro de formação promovido pela Coordenação Diocesana de Catequese que tem à sua frente às Irmãs Maria de Jesus, Adriana e Rafaela. Lembramos que todos devem levar consigo a Bíblia Sagrada.
Assim aguardamos com ansiedade o nosso encontro em Parelhas a partir da 8h. Para mais informações procurar a coordenadora de catequese da Primeira Eucaristia Nildinha.
Ouro Branco
Reunião define data da Festa do Divio Espírito Santo 2008.
Foto: Lenilson Azevedo
Procissão do Divino Espírito Santo 2007
No Salão da Casa das Irmãs Josefinas, o Pe Carlos Henrique de Jesus Nascimento, administrador paroquial da Paróquia do Divino Espírito Santo de Ouro Branco-RN, se reuniu na noite deste sábado (02) com dirigentes de pastorais, movimentos, setores missionários e representantes do poder público local, para definirem a data e programação da festa do Padroeiro da cidade, o Divino Espírito Santo.
A festa do padroeiro terá início dia 02 de outubro e encerra-se dia 12. Alguns pontos ficaram para ser confirmados em outra reunião, como atrações musicais para a parte social, eventos durante a festa, etc.
Com informações do blog: www.lenilsonazevedo.zip.net
Zonal5
Mensagem do Prefeito da Congregação para o Clero pelo Dia dos Padres

Cardeal Hummes
Meus caros Sacerdotes,
Para o dia 4 de agosto, festa de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, envio-vos de coração as mais calorosas saudações e esta mensagem fraterna.
A Igreja hoje sabe que há uma urgência missionária, não apenas “ad gentes”, mas também nas regiões e ambientes em que há séculos a fé cristã foi pregada, implantada e as comunidades eclesiais estabelecidas. Trata-se de uma missão ou evangelização missionária dentro do próprio rebanho, que tenha por destinatários aqueles que nós batizamos mas, por diversas circunstâncias, não conseguimos evangelizar suficientemente ou perderam o primeiro fervor e se afastaram. A cultura pós-moderna da sociedade atual, uma cultura relativista, secularizada, agnóstica e laicista, também exerce uma forte ação erosiva sobre a fé religiosa de muitos.
A Igreja é por natureza missionária. “O semeador saiu a semear” (Mt 13,3), diz Jesus. Saiu de casa e não se limitou a jogar da janela a semente. Assim, a Igreja sabe que não pode permanecer em casa e limitar-se a acolher e evangelizar os que a procuram em suas comunidades e igrejas. É preciso levantar-se e ir em busca, lá onde as pessoas e as famílias residem, vivem e trabalham. Ir também a todos os serviços, organizações, instituições e âmbitos da sociedade humana. Para esta missão, todos os membros da comunidade eclesial são chamados, pastores, religiosos e leigos.
Por outro lado, a Igreja reconhece que os presbíteros são a grande força propulsora da vida quotidiana das comunidades locais. Quando os presbíteros se movem, a Igreja se move. Caso contrário, será muito difícil realizar a missão.
Vós, caros irmãos presbíteros, sois a grande riqueza, o dinamismo, a inspiração pastoral e missionária, lá na base, onde vivem em comunidade nossos batizados. Sem vossa determinante decisão de remar mar a dentro (“Duc in altum”) para a grande pesca, à qual o próprio Senhor vos convoca, pouco ou nada acontecerá em âmbito de missão urgente, seja “ad gentes” seja nos territórios de antiga evangelização. Mas, a Igreja tem certeza de poder contar convosco, porque sabe e reconhece explicitamente que a imensa maioria de nossos sacerdotes, não obstante as fraquezas e limitações humanas, que todos temos, são sacerdotes dignos, que doam cada dia sua vida ao Reino de Deus, que amam Jesus Cristo e o povo que lhes foi confiado, sacerdotes que se santificam no exercício diuturno de seu ministério, que perseveram até o fim na messe do Senhor. Há, sim, uma pequena parcela de sacerdotes, que se desviou, às vezes muito gravemente. A Igreja procura reparar o mal feito por eles. Mas, por outro lado, alegra-se e orgulha-se da imensa maioria de seus presbíteros, que são bons e sumamente louváveis.
Neste Ano Paulino e na expectativa do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus, que se realizará em Roma, em outubro próximo, queremos todos nos dispor para a urgente missão. Que o Espírito Santo nos ilumine, nos envie, nos impulsione para que andemos e anunciemos de novo a todos a pessoa de Jesus Cristo, morto e ressuscitado, e seu Reino!
Saúdo-vos, ainda uma vez, caros irmãos, permanecendo sempre a vosso serviço. Rezo por vós todos, em especial pelos que estão sofrendo, pelos enfermos e idosos.
Vaticano, 15 de julho de 2008.
Cardeal Cláudio Hummes
Arcebispo Emérito de São Paulo
Prefeito da Congregação para o Clero
Zonal5
Comentário do Evangelho Dominical – Mt 14,13-21
Dividir para multiplicar!
(XVIII Domingo do Tempo Comum – 03/08/2008)
A liturgia dominical depois de nos introduzir na compreensão do mistério do reino dos céus, escondido como um tesouro aos sábios deste mundo, mas revelado aos pequeninos através das parábolas narradas por Jesus e apresentadas por Mateus no capítulo 13 do seu escrito, nos conduz hoje a nos sentarmos com Jesus e os seus discípulos à mesa preparada para nós pelo Pai que quer nos alimentar com o pão do seu reino.
Na I leitura (Is 55,1-3), Deus prepara um banquete gratuito e aberto para todos nós. Ele ensina e mostra o segredo do saber viver bem: discernir entre aquilo que dá vida e satisfaz o desejo de vida e aquilo que pelo contrário, sob falsas aparências de vida e felicidade, conduz à morte. Israel sofre no exílio a fadiga de se alimentar do pão do inimigo que não sacia, além de recordar que isso está acontecendo graças à sua desobediência. Pois só o pão da terra da promessa, fruto e sinal de uma vida vivida na relação com Deus, na escuta livre e obediente da sua Palavra, consegue satisfazer a fome de vida de Israel. Quem escuta Deus, acolhe o seu convite e se põe a caminho para voltar à própria terra e ao próprio Deus.
A Palavra de Deus da I leitura mostra uma sabedoria de vida que revela quem tem fome de compreender: “ouvi-me com atenção e alimentai-vos bem, para deleite e revigoramento do vosso corpo”. E ao mesmo tempo provoca em nós uma pergunta: de qual pão nos estamos nutrindo? Será que estamos gastando dinheiro, tempo e energia por um pão que não sacia, esquecendo do pão da Palavra de Deus, que sacia gratuitamente a verdadeira fome que temos nós: fome de conhecer o rosto daquele que nos fala na sua Palavra e sede da sua presença para encontrar plenitude e sentido para a nossa vida.
A resposta ao convite de Deus vem do nosso coração que à luz da Palavra proclamada, descobre estar com sede e com fome de vida. Eis o que diz o salmista a Deus: “abris a vossa mão prodigamente e saciais todo ser vivo com fartura”. A nossa invocação deve ser plena de confiança, certos de ser ouvidos, pois o Senhor é paciente e misericordioso, Pai bom e providente para todos.
Mas é no texto evangélico de hoje que podemos finalmente saborear o pão que Deus nos oferece. O texto nos diz que Jesus apenas soube da morte de seu parente João Batista, se retirou num lugar deserto e afastado. O texto não diz nada sobre o que Jesus foi fazer neste local; talvez refletir sobre alguns fracassos de sua missão, como a rejeição por parte dos conterrâneos, a morte de seu profeta. O que nos impressiona é que diante de tudo isso, vendo as multidões que vinham ao seu encontro, ele não fica na retaguarda, desiludido ou desencorajado, mas responde com uma renovada abertura e atenção misericordiosa aos necessitados: “encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes”.
Muito importante na leitura é o diálogo entre Jesus e os discípulos. Ao entardecer, estes ficam inquietos porque as pessoas já começam a ter fome, e isto pode ser um problema. Então, fazem a seguinte proposta a Jesus: “despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida”. Jesus, porém, rejeita esta proposta lógica, quer revelar algo novo e faz uma contraproposta na qual envolve os discípulos nessa missão: “dai-lhes vós mesmos de comer”. Jesus quer manifestar a eles o seu poder, mas, sobretudo deseja que eles saciando-se do pão do reino, experimentem a sua lógica, que é a da superabundância de Deus. Para isso, Jesus convida os próprios discípulos a dar de comer e a colocar a disposição aquilo que tem. É pouco? É. Mas dividam e verão o milagre da multiplicação.
O sabor do reino é aquele da comunhão, da partilha, do cuidado de uns para com os outros. Jesus pega os pães, abençoa-os e divide-os com todos. E sobram doze cestos cheios. É o milagre que provêm da partilha: a abundância. É a lógica do evangelho. Deus em Jesus partilha a sua vida conosco, para que nós também possamos ser uma comunidade capaz de partilhar a mesma vida que recebemos dele e que ele sabe multiplicar para que todos sejam saciados.
Finalmente, é bom lembrar que estes textos sagrados que nos ensinam tão bem sobre a importância do pão da Palavra, lembram também o pão da Eucaristia. O banquete deve unir-nos a Jesus e a nós mesmos. Por isso, quem comunga o corpo do Senhor está em comunhão com toda a Igreja.
Fonte: http://pecarlos.blospot.com/
Jardim do Seridó
Posse do novo Vigário Paroquial de Jardim do Seridó.
Foto: Pe. Domiciano

Tomou posse ontem a noite (30) o novo Vigário Paroquial de Jardim do Seridó, Pe. Jocimar Domiciano de Araújo. O mesmo estava trabalhando na Paróquia de Nossa Senhora dos Aflitos em Jardim de Piranhas.
Pe. Domiciano veio substituir o Pe. Fabiano Maurício Dantas nomeado Administrador Paroquial da Paróquia de São José em São José do Seridó, cuja sua posse naquela comunidade acontecerá hoje (31).
A Celebração Eucarística que marcou a chegada do novo vigário e o envio de Pe. Fabiano contou com a participação das diversas pastorais da paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
Pe. Joaquim agradeceu ao Pe. Fabiano por todos os seus trabalhos desenvolvidos na Paróquia, especialmente com a Crisma e a juventude. O pároco ainda deu as boas-vindas ao Pe. Domiciano e lhe apresentou a comunidade.
Ao Pe. Fabiano desejamos muita luz e sabedoria e entregamos o Pe. Domiciano nos braços da Mãe Maria, ela o conduzirá com sua bondade materna.
Seja bem-vindo ao Zonal 5.
Parelhas
Grupo de Casais Nova Aliança realizará o 2º Bodas de Caná
O Grupo de Casais Nova Aliança – movimento carismático de espiritualidade conjugal – da Paróquia de São Sebastião realizará durante os dias 02 e 03 de agosto no Ginásio de Esportes Ovídio Dantas – “Ovidão” – em Parelhas/RN o 2º Bodas de Caná que tem como tema: Jesus transforma a água em vinho!
Programação
Sábado 02/08
14h – Momento de acolhida, cânticos e louvor.
Palestra: “A vivência matrimonial aos olhos de Deus”.
Palestrante: Pe. José Marcos (Parelhas)
15h – intervalo
15h30 – Palestra: “O amor de Deus na família do mundo moderno”.
Palestrante: Pe. Rômulo (Lagoa Nova)
19h – Palestra: “Famílias curadas”.
Palestrante: Pe. Fabiano (São José do Seridó)
20h – Adoração do Santíssimo Sacramento
21h – Lançamento do CD “Nésio, voz e violão” – Ministério de música da RCC de Parelhas.
Domingo 03/08
8h – Palestra: “O relacionamento entre pais e filhos na vivência da fé cristã”.
Palestrante: Pe. Welson (Currais Novos)
9h – Intervalo
9h30 – Palestra: “A família e a vivência do perdão”.
Palestrante: Pe. Alcivan (Parelhas)
11h – Almoço
14h – Palestra: “Escolhe, pois, a vida!” Tema da CF 2008
Palestrante: Pe. Neto (Caicó)
15h – intervalo e testemunhos
16h – “Missa de Cura e Libertação para as famílias”.
Celebrante: Pe. João Paulo (Carnaúba dos Dantas)
Diocese de Caicó.
Procissão com 90 mil pessoas marca encerramento da Festa de Sant’Ana.
A estimativa é do Corpo de Bombeiros de Caicó. Cerca de 90 mil pessoas participaram da procissão de encerramento da Festa de Sant’Ana, neste último domingo (27) na cidade de Caicó. Segundo informações do Tenente Bezerra, sub-comandante do Corpo de Bombeiros, o cálculo foi feito com base em quatro pessoas por cada metro quadrado, na extensão da Avenida Coronel Martiniano, entre os cruzamentos com as Avenidas Celso Dantas e Seridó.
A governadora Wilma de Faria, o prefeito de Caicó e demais autoridades participaram desta que foi uma das maiores manifestações de fé do povo do Seridó.
A procissão foi concluída com uma missa presidida pelo Senhor Bispo Diocesano de Caicó, Dom Manoel Delson e concelebrada por alguns sacerdotes ali presentes como o Mons. Francisco Lucena, Bispo Eleito da Diocese de Guarabira - PB, Pe. Joaquim José pároco de Jardim do Seridó (Zonal 5), Pe. Edson Medeiros, Pároco da Catedral além de outros.
Já bastante emocionado, Pe. Edson que pelo segundo ano está a frente desta paróquia agradeceu a todos os presentes, parceiros e fiéis pela participação na festa. Após as palavras do pároco Dom Delson abençoou a multidão que aguardava desde as quatro horas da tarde pelo encerramento da festa e Sant’Ana 2008, que mais uma vez marca história na vida do povo seridoense.
Com informações do nobre amigo e colaborador Marcos Dantas: www.marcosdantas.com
Zonal 5
Paróquias do Zonal 5 marcam presença na Festa de Sant’Ana em Caicó.

As paróquias do Divino Espírito Santo de Ouro Branco, Nossa Senhora da Conceição de Jardim do Seridó, São Sebastião de Parelhas, Área Pastoral de Autônoma de Santana do Seridó e a Paróquia de São Sebastião de Equador que ambas compõem o Zonal 5 da Diocese de Caicó, participaram ontem a noite da 8ª novena da Festa da Sant’Ana Padroeira da nossa Diocese que foi dedicada a este zonal.
A novena foi presidida por Pe. Emanuel Medeiros, Vigário Paroquial de Parelhas e responsável pela comunidade de Santana do Seridó. Pe. Alcivan Tadeus, Pároco de Parelhas e Vigário Geral da Diocese pregou para nós sobre o tema: “A Eucaristia é alimento para a vida do mundo”.
Estavam presentes na novena de ontem o Pe. Carlos Henrique de Ouro Branco, Pe. Joaquim e Pe. Fabiano de Jardim do Seridó, Pe. Alcivan, Pe. Emanuel e Pe. Marcos de Parelhas e Santana do Seridó e o Pe. Jaime Luiz de Equador. As comunidades ainda levarem uma pequena representação de religiosas e leigos.
“Salve Sant’Ana gloriosa, nosso amparo e nossa luz
Salve Sant’Ana ditosa, terno afeto de Jesus”
Zonal5
Comentário do Evangelho Dominical – Mt 13,44-52
O essencial é invisível aos olhos!
(XVII Domingo do Tempo Comum – 27/07/2008)
Já vimos na parábola do semeador que a boa semente só pode produzir bom fruto se cair em terra boa, ou seja, que a eficácia da mensagem da Palavra de Deus depende fundamentalmente daqueles que a acolhem e a praticam; com a parábola da semente de mostarda e a do fermento vimos que se ao início quando a Palavra é semeada em nós dê pouco fruto, isto não é o caso de desanimarmo-nos, pois sendo ela de Deus depois de todo o processo de desenvolvimento, terá uma grande eficácia; também vimos com a parábola do joio e do trigo, reforçada por uma das parábolas que veremos hoje, a rede de pesca, mostram que a convivência entre bons e maus permanece nesta vida, e principalmente o duelo entre bem e mal que existe dentro de nós permanece, mas não é definitivo e, sobretudo que com a sua paciência, Deus vai tolerando o nosso pecado, sempre dando uma nova chance até compreendermos que ele é a razão última da nossa vida. E o Evangelho deste domingo explica tudo isso quando fala do valor do Reino, da alegria infinita proveniente da descoberta deste valor e do esforço para se abrir e aceitar este reino, o que é ilustrado pelas parábolas do tesouro e da pérola.
Com toda certeza, todos nós de vez em quando passamos pela experiência de terminar o dia com a mente totalmente cansada e o coração angustiado. Passamos o dia correndo de lá pra cá para dar conta de tantas ocupações. Trabalhamos, nos cansamos, ajudamos os outros, fazemos muitas coisas, mas no final de tudo sentimos que nos falta algo, percebemos um vazio, ao qual não sabemos dar um nome. É justamente para essa sensação de vazio, de falta de plenitude, que Jesus nos conta a parábola do tesouro e da pérola. “O reino dos céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo” e “o reino dos céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”.
Na primeira parábola, que nos soa tão familiar, já que parece que estamos ouvindo mais uma história de botija. Na verdade, no tempo de Jesus e até um tempo atrás, era uma coisa muito comum enterrar jóias e coisas de valor dentro de casa ou no campo por não existirem ainda os bancos e o perigo constante de assaltos em tempo de guerras, ou nosso caso aqui no nordeste, basta lembrar os cangaceiros. Quanto à descoberta da botija, temos que admitir há muita lenda popular.
Enfim, o homem da parábola fica repleto de alegria quando acha o tesouro; diferentemente de nós, normalmente cheios de tantas ocupações e preocupações. Mas não devemos esquecer que aquele homem antes era assim também. Tinha a mente confusa e o coração atormentado, exatamente como pode estar acontecendo conosco hoje. Num belo dia, o homem encontrou o tesouro, e a sua vida mudou completamente. Tinha descoberto algo tão grande e maravilhoso, tão único e essencial, tão significativo pra ele a ponto de sacrificar todos os outros bens e sonhos para comprar aquele campo onde estava o tesouro. Na realidade, a partir daquele momento, todas as outras coisas tinham perdido o seu valor. Com o comprador que encontra uma pérola de grande valor acontece o mesmo.
Não serão as nossas tantas ocupações que nos tornarão felizes; nem o encontro com os outros nos realizará plenamente; como nem mesmo a nossa família corresponderá em tudo as nossas expectativas. Somente se descobrirmos (já que o tesouro está escondido) também algo de grande (Deus), somente então nos será doada a plenitude da alegria. Daí o esforço que temos que fazer para descobri-lo, ele não está à mostra como as outras riquezas, nem é atraente, muitas vezes nós o desconsideramos. Mas não nos devemos enganar, só este tesouro é que dá pleno significado a nossa vida.
No lago da Galiléia, há varias espécies de peixes que nadam sem distinção até serem pescados. Aqui na terra parece que dá no mesmo se nos interessamos por Deus ou não, mas nem sempre será assim. Haverá sim um juízo final. Mas ele tem paciência para esperar nossa conversão. Que tenhamos a mesma disposição do jovem rei Salomão, que não pediu a Deus saúde, nem riqueza nem poder, mas pediu um coração compreensivo (I leitura). Também nós peçamos um coração sábio para que deixemos de nos lamentar por aquilo que nos falta e nos dedicarmos ao que de fato é importante para nossa vida, a comunhão com Deus.
Fonte: http://pecarlos.blospot.com/
Jardim do Seridó
Setor Missionário recebe das Irmãs Clarissas uma imagem de Santa Clara.
Domingo passado, dia 20, pela manhã, o Setor Missionário Santa Clara da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Jardim do Seridó saiu, com seus missionários, em caravana até o Mosteiro Nossa Senhora de Guadalupe em Caicó a fim de receber uma imagem de Santa Clara doada pelas Clarissas para o referido Setor Missionário.
Ano passado as irmãs Angélica e Pacífica participaram de uma novena lá no Setor Santo Clara, por ocasião de sua festa. Ao término da novena a Ir. Angélica alegrou a todos quando anunciou que as irmãs Clarissas doariam uma nova imagem da Padroeira do Setor.
E assim foi feito. Pe. Joaquim, Pároco de Jardim do Seridó, e mais umas 60 pessoas foram até o Mosteiro. Lá o padre presidiu a Santa Missa e logo depois recebeu, junto ao casal Coordenador do Setor Santa Clara (João e Lúcia) a nova Imagem de sua padroeira.
A Madre Luzinete, superiora do Mosteiro, ficou muito satisfeita com a visita do povo jardinense e com a devoção dos Missionários a Santa Clara.
Fonte: www.nossoserido.blogspot.com
Jardim do Seridó
Irmãs dos Pobres de Santa Catarina de Sena recebem em visita a sua Madre Provincial.

Na ordem da esquerda pra direita: Ir. Elizabete, Ir. Helena,
Madre Maria José, Ir. Andréia e Ir. Ione
Quem esteve por Jardim do Seridó ontem dia 22 foi a Madre Provincial Ir. Maria José Pereira da Silva, da Congregação das Irmãs dos Pobres de Santana Catarina de Sena, presente em Jardim do Seridó desde junho de 2003.
A Madre Maria nos trouxe a Ir. Andréia Cavalcanti, ausente de nossa paróquia desde meados de maio por causa de um tratamento de saúde que a mesma foi submetida. Madre Maria e a Ir. Andréia estavam acompanhadas pela Ir. Ione Villar, que, inclusive, tem laços familiares aqui em Jardim do Seridó, sendo descendente da família “Azevedo”.
Para festejar o retorno de Ir. Andréia e pela presença da Madre e da Ir. Ione, foi oferecido um almoço de confraternização que contou com a presença de Pe. Joaquim e Pe. Fabiano, Pároco e Vigário Paroquial desta paróquia, respectivamente.
Agora a Fraternidade de Nossa Senhora da Conceição ficou completa novamente. Ir. Helena Rodrigues, Ir. Elizabete Câmara e Ir. Andréia Cavalcanti.
“Viva no mundo de tal maneira que sua presença não seja notada, mas que sua ausência seja sentida”.
(Beata Savina Petrilli)
Santana do Seridó
Visitas e Celebrações na Semana do Dízimo
Foto: Diana
Missionários e comunidade
A Área Pastoral Autônoma de Evangelização de Santana do Seridó está vivenciando mais uma Semana do Dízimo, que teve início no último domingo, dia 20, com a celebração da Santa Missa realizada na igreja de Senhora Sant’Ana e se estenderá até o dia 26, festa litúrgica de São Joaquim e Sant’Ana.
Durante a semana, pela manhã e à tarde, nos setores missionários, os agentes da Pastoral do Dízimo realizam um trabalho de visitas aos lares católicos, evangelizando e conscientizando os fiéis sobre a importância do dízimo na comunidade. Ponto alto é a Eucaristia celebrada todas as noites nas residências dos dizimistas numa verdadeira ação de graças por esse trabalho apostólico.
O Dízimo é uma devolução a Deus do que a Ele pertence.
Santana do Seridó
Retiro espiritual das Equipes de Nossa Senhora
Foto: Pe. Emanuel
Casais das Equipes de Nossa Senhora
Os casais que integram o movimento de espiritualidade conjugal – Equipes de Nossa Senhora (ENS) – da Área Pastoral de Santana do Seridó realizaram no período de
Participaram do retiro, além dos casais da comunidade eclesial de Santana do Seridó, casais equipistas das paróquias de São Sebastião de Parelhas e de São Sebastião de Equador.
Zonal 5
Pe. Fabiano Dantas é o novo Administrador da Paróquia de São José do Seridó.
Pe. Fabiano Maurício Dantas, Adm. Paroquial de São José do Seridó
O Senhor Bispo Diocesano Dom Manoel Delson anunciou ontem em seu programa semanal na rádio Rural AM de Caicó a transferência do Pe. Fabiano Maurício Dantas para a comunidade de São José do Seridó.
Atualmente o Pe. Fabiano Dantas está como Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Jardim do Seridó. Após alguns anos de estudos em Roma, Pe. Fabiano foi ordenado Diácono e logo em seguida veio fazer o seu estágio pastoral neta paróquia. Foi ordenado sacerdote em 06 de janeiro de 2007 na Catedral de Santana em Caicó, o qual, na mesma época, foi nomeado Vigário Paroquial de Jardim do Seridó.
Na Diocese de Caicó desempenha as seguintes funções: Secretário Geral e Professor da FCS, Diretor Espiritual no Seminário Santo Cura d’Ars, Membro da Comissão de Ministérios e Vocações e Assistente Eclesiástico da Catequese.
A posse do Pe. Fabiano Mauricio Dantas como Administrador Paroquial da Paróquia de São José em São José do Seridó acontecerá no próximo dia 31 de julho.
QUE DEUS O ILUMINE E O CONDUZA EM SUA NOVA MISSÃO
Blog do Zonal 5
Zonal 5
Madri é sede da próxima Jornada Mundial da Juventude